Por Adolpho Portes e Andre Farrath
Num time de rendimento alto não existe o termo: “Isto não é comigo”.
Se o processo encravar e o cliente sair sem resposta a falha é de todo o time. Isto compromete toda a engrenagem da máquina.
Apontar culpado consome energia por demais, pois quando você transfere a responsabilidade você alivia o fardo do problema momentaneamente, mas estagna totalmente o crescimento.
Quando um colega assume o problema do outro, ele não só ajuda, mas protege a missão e demonstra o forte espírito de colaboração e altruísmo.
– Isto tem um nome: Chama coleguismo. Este coleguismo fortalece toda a equipe.
Na seleção brasileira ninguém fala: 2×1 para o Neymar, ou 1×0 para Ronaldinho, ou 3×0 para o Pelé – É sempre 2×0 para o Brasil, ou o Brasil perdeu de 2×0.
A imagem sempre será – Quem ganha é o time, quem perde é o time.
O cliente não quer saber quem errou ele quer o resultado. O cliente quer resultado rápido. A demora gera frustação, ansiedade e tira a sensação de controle. Ninguém tolera fila de espera. A agilidade é a chave para a fidelização e retenção da peça maior que é o cliente.
